luizhelvecio@amoramente.com.br

Biologia da crença: o poder do pensamento sobre nossas vidas

Fundamental para a compreensão da relação mente e corpo, a Biologia da Crença explica o poder do pensamento e sua ação sobre a matéria, alterando de forma radical o que a ciência estabelecia sobre a importância da hereditariedade.

A percepção de que nossas vidas são controladas por nossos genes é tão fundamental para a nossa civilização, que esse dogma é incorporado à educação das crianças. Apoiando essa crença, colocamos nossas habilidades ou a falta delas, como decorrentes do nosso código genético. Somos vítimas da hereditariedade.

Fomos criados para acreditar que somos subservientes ao poder dos nossos genes, e que eles criam as experiências das nossas vidas. Vários genes em sequência formam o DNA, um conjunto de moléculas que carrega a informação genética de todos os seres vivos. Os cientistas estavam convictos de que tudo é herdado de nossos pais.

Desde que se iniciou a era da genética, temos sido levados a crer que não há como lutar contra aquilo que fomos programados para ser. O mundo está cheio de pessoas com medo de que seus genes possam se voltar contra elas, com o câncer, por exemplo, se desenvolvendo em seu organismo a qualquer momento só porque isso aconteceu com seus pais, irmãos ou tios.

Outros atribuem sua falta de saúde não apenas a uma combinação de fatores mentais, físicos, emocionais e espirituais, mas também a falhas no mecanismo bioquímico de seu organismo. Seus filhos não se comportam bem? A primeira reação dos médicos é corrigir seu "desequilíbrio químico" por meio de medicamentos em vez de tentar descobrir o que há de errado com seu corpo, mente ou espírito

Somos capazes de ter uma vida feliz e saudável

A maioria das pessoas vem a este mundo com uma carga genética capaz de lhes proporcionar uma vida muito feliz e saudável. Doenças que ainda não têm cura como diabetes, problemas cardíacos e o câncer podem destruir a vida de muitos, mas não são resultado de um único gene e sim de complexas interações entre genes múltiplos e fatores ambientais.

Estudando as comunidades celulares, Bruce Lipton chegou à conclusão de que não somos vítimas de nossos genes e sim donos de nosso próprio destino, capazes de criar uma vida cheia de paz, felicidade e amor.

Surpreendentes descobertas da Física e da Biologia derrubaram os fundamentos filosóficos da biomedicina convencional e reconhecem que o ambiente, e mais especificamente, a nossa percepção do ambiente, é que controla diretamente nosso comportamento e a atividade dos nossos genes. Esses são os fundamentos da Biologia da Crença.

Uma vez que nossas percepções podem ser precisas ou imprecisas, podemos apropriadamente, nos referir a elas como crenças. Ao invés de nossos genes, são as nossas crenças que controlam a Biologia.

A Biologia da Crença nos ensina a deixar de lado a poeira de derrotismo da genética, da programação paterna e dos conceitos darwinistas de que somente os melhores sobrevivem.

Epigenética significa, literalmente, controle sobre a genética.

As pesquisas epigenéticas estabeleceram que os padrões de DNA passados por meio dos genes não são definitivos, isto é, os genes não comandam nosso destino! Influências ambientais como nutrição, estresse e emoções podem influenciar os genes ainda que não causem modificações em sua estrutura. Os epigeneticistas já descobriram que essas modificações podem ser passadas para as gerações futuras.

Estudos mostram que os mecanismos epigenéticos são um fator importante em diversas doenças, entre elas o câncer, os problemas cardiovasculares e a diabetes. Na verdade, apenas cinco por cento dos pacientes de câncer ou que apresentam problemas cardiovasculares podem atribuir suas doenças a fatores hereditários. A maioria ocorre por alterações induzidas pelo ambiente e não por genes defeituosos.

Estruturação de conteúdo e design Contaccta Programação Via Corporate